Esse é o primeiro passo
de uma caminhada, falando sobre o que é
essencial ao ser humano, discutindo
sobre a linha nada tênue entre o lado humano e científico da relação médico
paciente, ou apenas incentivando a felicidade alheia através do nosso
entusiasmo de escrever e inspirar.
Entusiasmo, palavra que
talvez não usemos seu significado em pleno potencial, originada do grego en (dentro) e theos (Deus),
portanto, o Deus dentro de mim, daí a importância do entusiasmo em nossas
vidas. O objetivo do blog não se encontra no debate ou incentivo a religiões,
mas sim pensamento positivo por trás dessa espiritualidade, desse modo, não é importante
se a religião foi capaz de transformar água e vinho, mas será relevante desde
que ela possa mudar a dor em alegria. E
esse é o ponto que a ciência pode trazer para o seu lado, o valor dos
pensamentos positivos e suas bases biológicas, interferindo positivamente na
qualidade de vida e até no tratamento do paciente. Um cientista do assunto, o Dr.E. Valliant
M.D., diretor do projeto Study of Adult Development na Universidade de Harvard,
traz 2 citações pertinentes em seu livro “Fé, evidências científicas”
Hoje,
muitos temem ou desprezam a religião por causa da associação que fazem ao “terror
santo” e ao “ataque à razão”. Acredito porém, que, ao levar a ciência das
emoções positivas a sério, podemos tornar a espiritualidade palatável, e até
mesmo útil, para os críticos da religião. Ao mesmo tempo, podemos ajudar
aqueles escravizados por suas tradições religiosas a compreender o que eles tem
em comum com a tradição religiosa de outras pessoas.
Por
que as palavras e a ciência não bastam? Os neurocientistas dissecam o cérebro
com cuidado. Eles podem, por assim dizer, localizar os centros da tristeza,
prazer, raiva e medo. No entanto, não localizaram o da alegria, pois ela é mais
complexa do que um mero centro de prazer. Assim como o amor, a alegria é o
conforto do vínculo e dos relacionamentos verdadeiros A alegria envolve muito
mais do sistema nervoso central do que apenas a área septal e o núcleo
accumbens, ligados ao prazer do vício em cocaína ou heroína, mais do que os
centros do hipotálamo, motivadores do sexo e da fome, ou os núcleos das
amígdalas, que estimulam a raiva e o medo. Portanto, necessito de música e
poesia, produto do nosso cérebro integrado, para articular plenamente a
alegria.
Outro aspecto do blog,
será sobre a humanização, paradoxalmente, o homem precisando ser humanizado.
Dentro da área médica tomo particularmente o conceito ideal de humanização de
um discurso do Jimmy Valvano, ex-treinador de basquete que faleceu de câncer,
que ao receber um prêmio, declarou a seguinte frase “O câncer pode tirar todas
minhas capacidades físicas, mas não pode tocar minha mente, não pode tocar na
minha alma, não pode tocar no meu coração. E essas 3 coisas eu vou carrega-las
para sempre”. Para mim, em qualquer caso da relação médico-paciente, o objetivo
do médico deve ser que o paciente sinta
assim como o Jimmy Valvano sentiu sobre sua enfermidade, não havendo limites
nessa relação, cabendo apenas ao médico ao paciente restringir as fronteiras de
seu relacionamento.
O título de um texto
traz uma perspectiva antecipada ou uma pequena introdução sobre o que será
lido, mas engana-se quem acha que esse texto não possui um título. A mesma
lacuna entre as aspas, é para representar o vazio nas pessoas, momentâneo, de
espiritualidade e alegria, e que através das relações pessoais, possamos preenche-lo
, e assim, o entusiasmo cotidiano sobressair.
Entusiasmo, palavra que talvez não usemos seu significado em pleno potencial, originada do grego en (dentro) e theos (Deus), portanto, o Deus dentro de mim, daí a importância do entusiasmo em nossas vidas. O objetivo do blog não se encontra no debate ou incentivo a religiões, mas sim pensamento positivo por trás dessa espiritualidade, desse modo, não é importante se a religião foi capaz de transformar água e vinho, mas será relevante desde que ela possa mudar a dor em alegria. E esse é o ponto que a ciência pode trazer para o seu lado, o valor dos pensamentos positivos e suas bases biológicas, interferindo positivamente na qualidade de vida e até no tratamento do paciente. Um cientista do assunto, o Dr.E. Valliant M.D., diretor do projeto Study of Adult Development na Universidade de Harvard, traz 2 citações pertinentes em seu livro “Fé, evidências científicas”
Hoje, muitos temem ou desprezam a religião por causa da associação que fazem ao “terror santo” e ao “ataque à razão”. Acredito porém, que, ao levar a ciência das emoções positivas a sério, podemos tornar a espiritualidade palatável, e até mesmo útil, para os críticos da religião. Ao mesmo tempo, podemos ajudar aqueles escravizados por suas tradições religiosas a compreender o que eles tem em comum com a tradição religiosa de outras pessoas.
Por que as palavras e a ciência não bastam? Os neurocientistas dissecam o cérebro com cuidado. Eles podem, por assim dizer, localizar os centros da tristeza, prazer, raiva e medo. No entanto, não localizaram o da alegria, pois ela é mais complexa do que um mero centro de prazer. Assim como o amor, a alegria é o conforto do vínculo e dos relacionamentos verdadeiros A alegria envolve muito mais do sistema nervoso central do que apenas a área septal e o núcleo accumbens, ligados ao prazer do vício em cocaína ou heroína, mais do que os centros do hipotálamo, motivadores do sexo e da fome, ou os núcleos das amígdalas, que estimulam a raiva e o medo. Portanto, necessito de música e poesia, produto do nosso cérebro integrado, para articular plenamente a alegria.
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